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Arquivo de Maio de 2008

310508

EXT. PONTO DE ÔNIBUS - MANHÃ.
ANDRÉ está sozinho no ponto de ônibus, sentado com uma sacola cheia de DVDs sobre o colo. Entediado, olha para o chão, para os lados, para cima, boceja, segura um arroto.
A poucos metros do ponto, na mesma calçada, dois homens (HOMEM 1 e HOMEM 2) conversam. Uma SENHORA passa por […]

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Ranking anos 2000


A pedido do pessoal da Liga dos Blogues Cinematográficos, fiz a minha lista de filmes favoritos dos anos 2000 (até 2007). Sou péssimo para fazer listas. Para dizer a verdade, acho que elas não fazem muito sentido. Assim, tirando os cinco primeiros, realmente excepcionais, eu posso dizer que gosto de todos os outros filmes citados […]

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290508


ainda não chegou o sócrates, mas veio a matilda. uma dachshund cor de mel, pura. quatro meses de idade.
os cachorros refletem bem o que são seus donos, confere? então, os ex-donos da matilda têm um sério problema de debilidade mental. aparentemente tinham a cadela como um brinquedo a mais, deixavam que ela comesse de tudo […]

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Leandro Oliveira me entrevistou para o seu Odisséia Literária. Na conversa, falei sobre a minha participação no Amores Expressos e também sobre o meu livro de contos, que sai em novembro deste ano.
A entrevista foi originalmente publicada AQUI. Autorizado pelo Leandro, eu a reproduzi abaixo.

ANDRÉ DE LEONES E O AMORES EXPRESSOS
O goiano André de Leones […]

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“Manifesto 00″, lembra?


Escrever manifestos a esta baixeza das coisas é algo um tanto ridículo ou pelo menos ridicularizável. Manifestos que se levam a sério não fazem lá muito sentido. Aliás, nada que se leve a sério demais faz sentido por esses dias. Antimanifestos, contudo, até que são (podem ser) bem-vindos. Tanto que, há quase um ano, Vandré […]

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180508


o pynchon morreu agora há pouco, às cinco e meia da manhã, depois de uma noite infernal. eu sou um trapalhão estúpido, mas acho que não fiz nenhuma cagada ao ministrar a medicação dele. morreu porque sim. ou porque não. não sei. morreu. preciso de uns dias longe de qualquer coisa viva ou morta. obrigado […]

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