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Arquivo da categoria ‘Memo’

E o pior é que depois o rapazinho aí pull the trigger e fez tudo go away de verdade. A banda é Blind Melon. A canção, “Soup”. Eles estavam em Woodstock (1994, tá?). Eu estava em Silvânia, fazendo roleta-russa. A gente tomava porres e mais porres com (eca) Sangue de Boi mas essa porra toda […]

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Sinto o gosto do meu joelho

Uma espécie de recaída. No sentido de. Em que sentido? Acho que é falta de álcool. No duro. Me acostumando. Mas, ontem, dia impossível. Só meu compadre salva. Rindo comigo e de mim nas horas certas. Eu com as pernas quebradas. Ele rindo. Eu rindo também. Como deixar de?
Um dia impossível, ontem. Pequenas coisas dando […]

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050808

Os sintomas da minha doença são variados, mas nada complexos. Eles se alternam com uma regularidade assustadora. São como amigos pontuais. Excêntricos, sempre com as mesmas roupas, as mesmas bebidas, a mesma marca de cigarros.
Entram sem bater.
Havia uma enorme poltrona no meu quarto. Nos meus pesadelos, os defuntos adentravam o quarto e se sentavam […]

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Cinco curtas alienígenas ou Amarcord

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Um dia fomos acampar. Eu nunca gostei de acampar. O vizinho do primo de alguém ficou chapado e mergulhou no córrego e bateu a cabeça em uma pedra e não morreu ou ficou tetraplégico. Cortou a cabeça e se sentou na areia e sorriu para todos nós, e nós sorrimos de volta para ele.
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No meu […]

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‘Modus vivendi’, ‘modus moriendi’

Ao que parecia, por agir em vez de simplesmente sonhar, eu terminara me livrando de mim mesmo.
Philip Roth, "Fantasma sai de cena".

 

Eu sempre quis morrer. De uma forma ou de outra. Desde que me entendo por gente. Agora, pela primeira vez na vida, sinto (penso) que quero viver. Não é nada fácil explicar isso.
Há dois […]

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Um dos beijos mais bacanas que eu já vi em um filme é o de Agnes e Elin, dentro de um carro, ao som de I want to know what love is, do Foreigner (acho que é isso). A cena está em Fucking Amal, de Lukas Moodysson, responsável por um dos filmes da minha vida: […]

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